Joel Fernandes é o fundador e o Presidente da solução Conselho Verissimo.
É engenheiro, especialista em marketing, estudante de filosofia, autor de três livros de empreendedorismo e colunista da Revista Empreendedor.
Trabalhou no SEBRAE durante 20 anos.
A solução Conselho Verissimo foi desenvolvida e testada durante 4 anos, com dezenas de empresários da pequena e média empresa, em diferentes segmentos da economia.
Desde o seu nascedouro, há 5 anos, já foi pensada e focada na Internet.
O fundador Joel Fernandes, sempre contou com uma equipe de alto nível de Conselheiros, Consultores e Contadores, que o ajudaram a dar consistência sólida aos conceitos universais de Governança Corporativa e Conselhos de Administração, adotados na solução Conselho Verissimo.
Dia da Mulher Empresária: um elogio merecido Hoje é Dia da Mulher Empresária. A homenagem de praxe é dizer que mulher merece estar na mesa de decisão. Concordo. Maria Hallack é Conselheira Presidente de empresas atendidas pelo Conselho Veríssimo. Chegou lá depois de 25 anos como executiva C-level da Tigre, atuação em 9 países, quase…
Os 4 pilares que separam uma empresa de um risco com CNPJ Toda empresa tem CNPJ. Nem toda empresa é, de fato, uma empresa. Muitas são só o CPF do fundador com plaquinha na porta — e a diferença entre as duas não está no faturamento, na quantidade de funcionários ou no tamanho da sede.…
Quanto vale sua empresa de verdade? A maioria dos empresários nunca fez essa conta. Não por falta de capacidade — por falta de necessidade. No dia a dia, o número que importa é outro: faturamento, quanto entrou no caixa este mês. Valor é uma pergunta diferente, e ela só aparece quando alguém de fora exige…
Pergunte a um fundador de 60 anos sobre o plano de sucessão da empresa. A resposta, na maioria das vezes, vem embrulhada em uma destas três frases: o mercado está difícil agora, quando estabilizar a gente conversa sobre isso. Meu filho ainda não está pronto, falta experiência. Tenho mais uns cinco anos ainda, dá tempo.…
Você não está adiando a sucessão. Está se protegendo de parar de ser o centro das atenções. Pedimos a um fundador de 64 anos que falasse um pouco sobre ele mesmo. Ele falou vinte minutos. Sobre a empresa. Redirecionamos a pergunta. Não sobre a empresa. Sobre ele, os interesses dele, o que ele faz quando…
Ser insubstituível não é orgulho. É sentença. Ricardo tem 61 anos e uma distribuidora com faturamento expressivo. A empresa funciona bem. Tem sistema, tem equipe de gestão, tem processo. Toda decisão estratégica passa por ele. Todo cliente relevante liga direto no celular dele. Toda leitura de mercado nasce na cabeça dele. Ricardo não acha isso…
Enquanto você reclama do seu sucessor, ele reclama de você — na sala ao lado Era um encontro de associações empresariais do sul do Brasil. Gente que construiu coisa de verdade. Empresa com nome na fachada e sistema rodando. Na sala principal, os fundadores. Ternos sem gravata. Relógios que não precisam gritar. Homens e mulheres…
A empresa industrial brasileira tem algo que poucos setores têm: décadas de construção real. Produto desenvolvido, mercado conquistado, equipe formada ao longo de anos. E, na maioria dos casos, um dono que ainda é a estrutura central de decisão. Esse é o risco que o resultado esconde. Governança não é o que a empresa precisa quando está em crise. É o que impede que a crise chegue. Escrevi sobre o que separa empresa com resultado de empresa com perpetuidade.
Sessenta anos de operação. Primeira geração construiu. Segunda profissionalizou. Terceira está sendo preparada agora, antes de qualquer urgência. Isso é raro. A maioria das empresas familiares não chega à terceira geração. Não porque os herdeiros sejam incapazes. Porque a sucessão foi tratada como evento e não como processo. Segunda sucessão é diferente da primeira. Escrevi sobre o que separa empresa centenária da que para na segunda geração.