Joel Fernandes é o fundador e o Presidente da solução Conselho Verissimo.
É engenheiro, especialista em marketing, estudante de filosofia, autor de três livros de empreendedorismo e colunista da Revista Empreendedor.
Trabalhou no SEBRAE durante 20 anos.
A solução Conselho Verissimo foi desenvolvida e testada durante 4 anos, com dezenas de empresários da pequena e média empresa, em diferentes segmentos da economia.
Desde o seu nascedouro, há 5 anos, já foi pensada e focada na Internet.
O fundador Joel Fernandes, sempre contou com uma equipe de alto nível de Conselheiros, Consultores e Contadores, que o ajudaram a dar consistência sólida aos conceitos universais de Governança Corporativa e Conselhos de Administração, adotados na solução Conselho Verissimo.
A empresa industrial brasileira tem algo que poucos setores têm: décadas de construção real. Produto desenvolvido, mercado conquistado, equipe formada ao longo de anos. E, na maioria dos casos, um dono que ainda é a estrutura central de decisão. Esse é o risco que o resultado esconde. Governança não é o que a empresa precisa quando está em crise. É o que impede que a crise chegue. Escrevi sobre o que separa empresa com resultado de empresa com perpetuidade.
Sessenta anos de operação. Primeira geração construiu. Segunda profissionalizou. Terceira está sendo preparada agora, antes de qualquer urgência. Isso é raro. A maioria das empresas familiares não chega à terceira geração. Não porque os herdeiros sejam incapazes. Porque a sucessão foi tratada como evento e não como processo. Segunda sucessão é diferente da primeira. Escrevi sobre o que separa empresa centenária da que para na segunda geração.
O filho entrou na empresa cedo, conhece a operação, tem o sobrenome do fundador. Isso não o torna sucessor. Herdeiro é quem recebe. Sucessor é quem foi preparado para assumir com competência, não por direito. A empresa familiar que não entende essa diferença chega à transição com um problema que parece de gestão, mas é de governança. Sucessão é processo. Tem etapas, critérios e prazo. Escrevi sobre o que separa empresa que passa de geração da que dissolve na transição.
A distribuidora cresceu. Faturamento subiu, carteira aumentou, operação ganhou escala. O dono trabalha mais do que nunca. Isso não é crescimento. É expansão de responsabilidade sem expansão de liberdade. Empresa que escala sem governança não constrói valor de saída. Constrói complexidade de gestão. E complexidade que depende do fundador é o que mais derruba o preço numa negociação. Escrevi sobre o que separa as duas construções.
O fundador olha para a empresa e não vê ninguém pronto para assumir. Busca fora. Headhunter, processo seletivo, candidato externo. Meses depois descobre que havia dois líderes internos com mais contexto e mais vontade do que qualquer nome do mercado. Isso acontece todo dia em empresas de TIC. O problema não é falta de sucessor. É falta de processo para identificá-lo. Escrevi sobre o que separa empresa que descobre seu sucessor da que o perde para o concorrente.
Ela abriu a primeira loja com capital próprio. Cresceu no varejo quando varejo era coisa de homem. Formou equipe, abriu filiais, criou os filhos dentro da empresa. E quando chegou a hora de passar o bastão, descobriu que ninguém estava pronto. Não por falta de amor. Por falta de processo. Sucessão não é conversa de família. É um programa com etapas, prazo e critérios. Escrevi sobre o que separa empresa de legado.
A empresa que depende do fundador não é um ativo. É uma obrigação. Entenda o que separa as que duram das que somem.
A sucessão falha no escuro, não na sala de reunião O conselho aprovou. O anúncio foi feito. O novo CEO ocupa a cadeira, o cargo, o cartão. Mas quem decide continua sendo quem decidia antes. A transição foi teatro. E teatro não gera valor. Gera confusão, lentidão, perda de talentos que enxergam a farsa. O…
Continuidade é estrutura. Dependência é vulnerabilidade disfarçada. O fundador acha que está oferecendo continuidade. O mercado vê dependência. E a diferença entre os dois é o valuation. Continuidade é empresa que funciona sem quem a criou. Dependência é empresa que funciona apenas porque quem a criou ainda está lá. A distinção é sutil na operação…
Quando o negócio familiar vira risco, não proteção O patrimônio está na empresa. Não ao lado. Não protegido. Está misturado, exposto, dependente de resultados trimestrais que ninguém controla. E o fundador acha que diversificou porque tem imóvel, tem aplicação, tem plano. Mas o plano é pequeno demais. O imóvel é a empresa. A aplicação é…