Em empresas de TIC, o próximo líder já existe. O que falta é o processo que o revela.
O fundador olha para a empresa e não vê ninguém pronto para assumir.
Então começa a busca. Consultor externo. Headhunter. Processo seletivo.
Gasta tempo. Gasta capital. Traz alguém de fora.
E descobre, meses depois, que havia dois candidatos internos com mais contexto, mais cultura e mais vontade do que qualquer nome vindo do mercado.
Isso acontece todo dia em empresas de TIC.
O problema não é falta de sucessor. É falta de processo para identificá-lo.
Governança corporativa tem uma função que ninguém vê no início: ela revela quem já está pronto. Coloca a liderança em exposição real. Dá ao candidato responsabilidade antes do título.
O sucessor que nunca foi testado não sabe se está pronto. O fundador que nunca testou também não sabe.
Processo bem construído resolve os dois lados.
Em empresas de tecnologia, esse erro tem custo duplo. A velocidade do setor não espera sucessão mal planejada. Concorrente não espera. Cliente não espera.
Quando o fundador percebe que precisava ter começado antes, o mercado já mudou.
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