O novo sistema tributário exige estrutura de decisão. A maioria das distribuidoras ainda decide pela intuição do dono.
A reforma tributária não é novidade. Ela está em vigor.
IBS. CBS. Split payment. Transição que muda a lógica de caixa, de precificação, de margem.
Para a distribuidora que tem governança, é ajuste de processo.
Para a que não tem, é crise.
O problema não é o tributo novo. É que o tributo novo exige decisão rápida, dados confiáveis e estrutura para reagir. E a maioria das distribuidoras brasileiras ainda decide pela intuição do dono.
Intuição não lê balanço em tempo real. Não enxerga compressão de margem no momento em que acontece. Não sinaliza quando o modelo de precificação virou armadilha.
Governança faz isso.
Empresa com conselho ativo, com dados organizados, com processo de decisão definido vai atravessar a transição tributária com controle.
Empresa sem isso vai descobrir o problema no extrato.
A reforma não criou o risco. Ela revelou quem já estava vulnerável.
Quais indicadores da sua distribuidora precisam melhorar e por quê? O Veríssimo responde: wa.me/5548991583318







